É!!!
Depois de largo e vasto tempo, eu voltei...
Voltei para ficar!
Decidi que aqui é o melhor lugar para a gente se expressar, afinal estamos em um momento onde o conflito se instala,somente no pensar das pessoas...
Dividiram meu país, um país de Índios, Portugueses, Africanos, Holandeses, Franceses e de todas as raças que um dia acreditaram que o mundo poderia ser melhor, se esse mundo fosse o novo mundo...
Dividiram meu país em duas partes, as esquerdas e as direitas, os bons e os maus, os ricos e os pobres, os cultos e os incultos, tentaram tudo, mas fracassaram, pois o nosso povo é maior e melhor do que tais idealizadores. Meu país e uma nova civilização, onde todas as raças se uniram, se mesclaram e formaram o povo brasileiro, com todas as virtudes, de todos os povos, e, infelizmente, mas perfeitamente compreensível, com todos os defeitos...
Talvez por isso, tenhamos tanta dificuldade em reorganizar toda essa sociedade, até porque aqueles que dividiram o meu país e desorganizaram o meu país, embora poucos, são barulhentos e parecem maioria, mas, não o são!!!
Esse povo é bom, é a junção das virtudes de um planeta, não pode ser ruim... Os defeitos, que são muitos, serão com certeza superados, e como seres inteligentes que somos, aprenderemos muito com esses erros/defeitos e nosso povo, será ainda melhor e maior, como já dito no século passado o Brasil será a grande Nação, Pátria da Humanidade, Celeiro do Mundo... Essa é a nossa missão!!!
Blog do Cleber
Este é o Blog du Cleber, estarei presente aqui, aprendendo um pouco mais sobre Blogs e distribuindo um pouco de mim, por aqui... Vamos ver o que isso vai dar...
segunda-feira, 29 de julho de 2019
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Em quem acredito
Acredito em Deus sobre todas as coisas;
Acredito no grande amor, que sinto por minhas filhas;
Acredito no grande amor, que sinto por uma mulher especial...
Acredito no seu grande amor, pelas nossas filhas;
Acredito no nosso grande amor, para mudar nossos destinos...
Acredito na vida e na importância de viver...
Acredito que nada é maior que Deus,
O Deus da vida, o Deus da Luz...
Acredito no Deus da Luz...
Acredito no Deus da Vida...
Acredito no Deus, que não abandona...
Acredito no Deus, que protege...
Acredito no Deus, que é Pai...
Acredito no Sonho de estar com Ele um dia...
Acredito que Ele coloca as pessoas frente a frente
Porquê as conhece...
Acredito que Ele oferece as oportunidades,
Que às vezes na nossa sapiência humana
Não entendemos...
Acredito que Ele permite,
Que os amores se confundam com os sonhos
Para torná-los realidade...
Acredito que o amor é Deus vivo
E presente dentro de cada coração...
Acredito que não devamos ter medo de perder,
De ser rejeitado, de sofrer...
Acredito que Deus não fica feliz ao saber,
Que não confiamos tanto N'Ele,
Quanto Ele confia em nós...
Acredito que as derrotas que sofro,
Somente me ensinam a lutar
Com mais afinco em busca da vitória...
Acredito que a honestidade e pureza d'alma
Fazem parte do agradecimento
À confiança de Deus...
Acredito que tenho ficado cansado de lutar
E me envergonho ao acreditar nisto...
Acredito que não teria coragem
De ver minhas filhas sofrendo
Para ajudar meu próximo...
Acredito que a minha fé esteja longe
De oferecer minhas filhas em sacrifício,
Em uma fogueira
Porquê Deus, assim pediu...
Acredito que minha confiança N'Ele
Não seja tanta e por isso
Choro e me envergonho...
Acredito que Ele ofereceu seu Filho
Para morrer de braços abertos numa cruz,
Para que eu não cruzasse os meus...
Acredito que nos momentos
Que achei estar só e quase desisti,
As pegadas na areia
Eram de seu Filho
Me carregando no colo,
Pois eu já não conseguia caminhar...
Acredito que quando o vi
Tão baixo em minha vida,
Foi porquê esqueci de levantar
Os meus olhos para o céu...
E seu Filho,
Para não me abandonar
E para que eu não deixasse de vê-lo
E ter esperanças,
Na sua maior humildade
Se abaixou até meus olhos
Para oferecer sua confiança...
Acredito que mereço ser feliz
E quero ser feliz,
Pois, preciso agradecer a Deus
A vida que Ele me deu...
Acredito que mereço as pessoas
E elas me merecem,
Pois, foi Ele quem permitiu
Que eu as conhecesse e me doasse...
Acredito que a Luz do Sol
Foi entregue por Ele,
Para que todos pudéssemos
Ver o seu brilho
E sentir Sua Presença...
Acredito no amor de um homem e uma mulher,
Pois, o próprio Deus assim o admitiu em Maria...
Acredito na felicidade a dois,
Pois o próprio Cristo,
Seu Filho,
Assim abençoou...
Acredito nas oportunidades
Que Deus nos dá repetidamente,
Para sermos felizes...
Acredito que nós
Seres humanos
Ainda estamos muito longe de Você,
Meu Deus e Senhor,
Para entender sem desespero
Nossas dificuldades...
Acredito em Suas Revelações
E na certeza de que o bem vencerá o mal,
E que isto não é conto ou estória,
Mas é sua determinação viva...
Acredito
Que haverá força em meu coração
Para superar tudo
E vencer a todos
Que se opuserem aos seus desígnios...
Meu Deus finalmente sei:
É EM VOCÊ, EM QUEM ACREDITO!!!
Cleber, fechando 2012
Cleber, fechando 2012
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Aula de Administração
Um professor de economia na Universidade Texas Tech, disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, uma vez, reprovou uma classe inteira.
Esta classe em particular, tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.
O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam "justas". Isso quis dizer, que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início, resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D".
Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F"
As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por "justiça" dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça, que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram de ano... Para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado, porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi o resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."
"É possível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma Nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Julgamentos Precipitados
Havia numa aldeia um velho muito pobre que possuía um lindo cavalo branco.
Numa manhã ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira.
Os amigos disseram ao velho:
Numa manhã ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira.
Os amigos disseram ao velho:
Mas que desgraça, seu cavalo foi roubado!
E o velho respondeu:
Calma, não cheguem a tanto.
Simplesmente digam que o cavalo não está mais na cocheira.
O resto é julgamento de vocês.
As pessoas riram do velho.
Calma, não cheguem a tanto.
Simplesmente digam que o cavalo não está mais na cocheira.
O resto é julgamento de vocês.
As pessoas riram do velho.
Quinze dias depois, de repente, o cavalo voltou.
Ele tinha fugido para a floresta. Na volta, trouxe uma dúzia de cavalos selvagens com ele.
As pessoas se reuniram de novo e disseram:
Velho, você tinha razão. Não era mesmo uma desgraça, e sim uma benção.
Ele tinha fugido para a floresta. Na volta, trouxe uma dúzia de cavalos selvagens com ele.
As pessoas se reuniram de novo e disseram:
Velho, você tinha razão. Não era mesmo uma desgraça, e sim uma benção.
E o velho disse:
Vocês estão se precipitando de novo.
Quem pode dizer se é uma benção ou não?
Apenas digam que o cavalo está de volta…
Vocês estão se precipitando de novo.
Quem pode dizer se é uma benção ou não?
Apenas digam que o cavalo está de volta…
O velho tinha um único filho que começou a treinar os cavalos selvagens.
Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um dos cavalos e fraturou as pernas.
Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um dos cavalos e fraturou as pernas.
As pessoas se reuniram e, mais uma vez, se puseram a julgar:
E não é que você tinha razão, velho?
Foi uma desgraça seu único filho perder o uso das duas pernas.
E não é que você tinha razão, velho?
Foi uma desgraça seu único filho perder o uso das duas pernas.
E o velho disse:
Mas vocês estão obcecados por julgamentos, hein?
Não se adiantem tanto.
Digam apenas que meu filho fraturou as pernas.
Ninguém sabe ainda se isso é uma desgraça ou uma bênção…
Não se adiantem tanto.
Digam apenas que meu filho fraturou as pernas.
Ninguém sabe ainda se isso é uma desgraça ou uma bênção…
Aconteceu que, depois de algumas semanas,
o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a se alistar,
menos o filho do velho.
E os que foram para a guerra, morreram…
E os que foram para a guerra, morreram…
Quem é obcecado por julgar cai sempre na armadilha
de basear seu julgamento em pequenos fragmentos de informação.
E isso leva a conclusões precipitadas.
E isso leva a conclusões precipitadas.
Nunca encerre uma questão de forma definitiva,
pois quando um caminho termina, outro começa.
Quando uma porta se fecha, outra se abre…
Quando uma porta se fecha, outra se abre…
As vezes enxergamos apenas a desgraça,
e não vemos a benção que ela nos traz…
Autor: Anônimo
sábado, 27 de novembro de 2010
Estou chegando agora...
Resolvi criar um Blog...
E foi agora...
Sem hora, sem beira e sem eira
Resolvi criar um Blog...
Porquê todos tem um Blog
Não serei eu, a ficar de fora...
Resolvi criar um Blog
Não sei o que vou postar
Mas, resolvi criar um Blog...
Está criado...
E foi agora...
Sem hora, sem beira e sem eira
Resolvi criar um Blog...
Porquê todos tem um Blog
Não serei eu, a ficar de fora...
Resolvi criar um Blog
Não sei o que vou postar
Mas, resolvi criar um Blog...
Está criado...
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